Um
dia sonhei com a utopia do “mundo melhor”.
O
escritor Eduardo Galeano escreveu que a utopia é como o horizonte; cada passo que damos
ao seu encontro outro tanto ela dá, se afastando de nós.
Então,
diante do mundo sombrio de hoje, fui deixando de sonhar com utopias.
Fui
cansando de dar passos e nunca chegar...
Mas,
ainda que tenha perdido a fé, vivo uma dicotomia: mantenho a esperança.
Tenho
uma esperança danada de que tudo será diferente um dia.
Tenho
a esperança de que o mundo que a Neta vai conhecer será melhor, bem mais ético
e muito mais solidário.
E
neste mundo cheio de honestidade e empatia, ela não conhecerá a injustiça e o
medo.
Enfim...
é a esperança que faz com que o “futuro” faça sentido...
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