E
passou o Carnaval...
Esses
dias de festejar resgataram em mim a antiga Colombina. A alegria de ser leve para
brincar as folias de momo, sem sentir a solidão e pesar das perdas... Foi
libertador.
Os
atuais desassossegos do coração não me trazem tristezas profundas, não me fazem
paralisar a vontade de viver. Sinto que não preciso mais da mão de alguém a me
puxar para a vida. Não busco fora o que esta dentro de mim.
A
vida venceu as amarguras da morte.
E
então que venham carnavais para serem propulsor da alegria genuína que esta em
mim e que já não depende de nada nem de ninguém para existir.
E
a Colombina sem Pierrô se sente alegre novamente.
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