Sigo em viagem, mas não sei se haverá lugar onde
desembarcar.
Um lugar meu, onde eu esteja finalmente em casa.
Nunca mais o abraço de ninho?
Será sempre uma eterna migração de pássaro?
Me esforço para nesse trajeto da viagem, seguir passageira sorridente.
Nesse abril de 21 a viagem é solitária e cansativa.
E os que vez ou outra estão comigo, embarcam em alvoroço.
Se deixam ficar por um tempo e partem sem deixar nem o perfume
de suas presenças.
OBS: ainda são tempos pandêmicos.
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