Ah! Mulher que pensas ter maturidade.
O amor é para ti ainda um jogo silente,
Recua com dignidade.
Protege-te deste terremoto estridente.
Ainda precisas aprender
que não há lugar para o embaraço.
É na dança sem delicadeza dos corpos
que reside a ternura da mulher exultante.
Ah! Menina insegura e tola.
Não te punas no choro,
pois não há culpa no ignorado.
Foge para longe da tua mocidade,
da segurança do amor juvenil idealizado.
Aprende enfim que as dores e perdas,
é que dão tempero ao amor maduro
Que mesmo quando conquistado,
nem sempre é seguro.
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